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| “Completa idiota, poderia ser o meu nome. Que burra! Perdi alguém que valia à pena. Valia muito pra mim. E vale. Talvez isso seja pra ser assim. Ou talvez eu que fiz ser assim. Burra, burra, burra. Será que já não está bom de tanto errar. Não há mais aquela desculpa de: “Eu sou toda errada, sempre fui, tenho medo de te machucar.” Acho que me iludi comigo mesma. Porque eu seria errada? Mas eu sou! E chega. Como pude ser tão burra à ponto de perder quem eu tanto queria… Quem eu tanto esperei, tanto desejei. De tanto tentar parecer ser errada de um jeito certo. Fui errada de um jeito errado. Estraguei o momento. Estraguei a vida. Estraguei à mim. E hoje já não adianta se arrepender do que já foi feito. Desisto. Ou tento desistir. Mas não dá. Não dá pra tirar você da cabeça, e por mais que eu pareça estar bem, eu não estou. Eu me importo… Eu tenho ainda todo aquele sentimento… Guardado. À espera de você voltar. De eu te trazer de volta pra mim, e poder te cuidar, te amar. Só queria ter mais uma chance. Mas chega! Já disse, chega… Não dá mais. Eu não me permito mais. Além de burra sou confusa. Dá para acreditar? Tenho pena de mim. Mas tenho amor por você. E não ligo se so amor não bastar. O meu amor tá valendo por tudo hoje em dia. A minha vontade também.” |
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
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